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Se engana quem acha que o consumo feminino se resume a sapatos, bolsas, roupas e cosméticos, as mulheres do mundo moderno têm muito mais do que dinheiro e disposição para gastar, elas são as administradoras do orçamento familiar.

 

Muitos vendedores e estrategistas de marketing ainda não se deram conta, mas 80% das vezes é a mulher que toma as decisões nas questões ligadas ao lar, e para os que pensam que isso não passa de achismo, proponho o seguinte exercício, responda de forma sincera as perguntas abaixo:

 

Quem decide onde a família irá passar as férias?

Quem escolheu a escola onde os filhos estudam?

Na compra do imóvel quem deu a palavra final?

E os móveis e eletrodomésticos?

Vestuário das crianças e muitas vezes do marido também?

A lista de compras do supermercado?

E aí deu para perceber?

Até um tempo atrás as mídias segmentavam suas ações visando o público por faixa etária, e para os adultos ação era uma só, pois se acreditava que homens e mulheres eram iguais. Hoje é preciso um filtro mais apurado e uma linguagem para cada tipo de consumidor, pois a mulher percebe e reage de forma diferente aos estímulos.

 

Ao captar uma mensagem, ela associa aspectos psicológicos e emocionais, ausentes na maioria dos homens, que tendem a ser inseguros quando é uma compra que não está entre seus objetos de desejo.

 

A mulher observa e analisa mais as situações, ela sabe quando e onde é preciso investir, distinguindo a prioridade do que pode esperar. Com a capacidade crítica mais apurada, em segundos antes de uma decisão, é possível que ela antecipe vários cenários relativo ao bem que está sendo adquirido. Assim como ela lê mais rótulos, repara nos detalhes, compara o custo x benefício, e se julgar que é bom para todos da família, não hesita.

 

Antes de iniciar uma campanha pense no seu público alvo e se o seu produto de alguma forma atinge o público feminino, se sim, saiba que precisará falar de forma específica, utilizando um conjunto de característica de linguagem que motiva a mulher.

 

Aos profissionais de vendas e negociadores, a dica é: quando forem negociar com um casal, falem com e para as mulheres sempre. Primeiro porque se for uma outra mulher no papel de vendedora pode haver o fator ciúme, e se for um homem o vendedor, pode ocorrer aquele incômodo de “estou sendo ignorada”.

 

Nunca se engane, com tantas mulheres no atual mercado de trabalho, o cartão de crédito poderá sair de dentro de uma bolsa ou pelo menos considere a possibilidade de que será a mulher que irá decidir para quem a carteira será aberta.

 

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Sou Flavia Machado Okuyama, trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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